sexta-feira, maio 18, 2007

Filhote de Chavez

Vejam só que interessante o texto veiculado no site Terra Notícias, abaixo transcrito.
Cada vez fica mais claro que o MST não é composto por trabalhadores e sim por uma massa de desocupados, manipulada por políticos dispostos a travar o desenvolvimento nacional e gerar o caos até que consigam assumir o poder.
Esse Sr Stedile é um agente desse movimento. Sem enveredar por teorias conspirativas internacionais, mas sem abandoná-las de pronto, temos que considerar seu alinhamento verborrágico com as declarações de Chavez e de seu porta-voz, Fidel.
Claro que a produção de biocombustíveis resultará numa possibilidade viável para a renda de assentados, numa alternativa à mera agricultura de subsistência. Claro que poderá levar renda ao campo e evitar o êxodo rural.
Isso não interessa ao Sr Stedile. Se não houver massa de miseráveis, manipulará quem?
Quando será reprimida essa farsa, que sobrevive só por nossa omissão e benevolência?
É absolutamente necessário promovermos uma reforma agrária decente, conduzida por uma política governamental com visão estratégica.
Não pela agitação de pessoas do quilate do Sr Stedile.

"Durante debate em Curitiba, movimentos de trabalhadores rurais condenaram o incentivo à produção de biocombustíveis e atacaram o presidente Lula pela lentidão da reforma agrária.
Segundo o jornal A Folha de S.Paulo, João Pedro Stedile, do MST, disse que o movimento será obrigado a mudar radicalmente as formas de pressão. Para Stedile o inimigo aumentou. "Não é mais o fazendeiro, o pecuarista atrasado", mas as grandes empresas ligadas a biocombustíveis.
As invasões a fazendas improdutivas vão prosseguir por uma mera questão de "sobrevivência" do MST: "Se o inimigo é mais forte, temos de aumentar a nossa organização. Aumentar o nosso número de tanques, e não aumentar a radicalidade do discurso"."

Fonte: Terra Notícias

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