quarta-feira, junho 27, 2007

Embuste do Príncipe

Declarou o príncipe Charles seu nível pessoal de emissão de CO2 e que ele vem diminuindo.
O orelhudo herdeiro afirma ter reduzido suas emissões de CO2 em 9% no ano passado, deixando suas residências responsáveis por 3.425 toneladas de emissões de CO2.

Instalou aquecedores movidos a resíduos de madeira em suas residências, converteu seu Jaguar e seu Land Rover para funcionarem inteiramente com combustível feito de óleo de cozinha usado, além de outras medidas dignas de quem não tem mais o que fazer.

Acho que não valem mais as lições que recebi de que a combustão de produtos orgânicos geram, necessariamente, CO2 e água. Porque só falam que os combustíveis fósseis é que geram CO2.

Resíduos de madeira, óbvio, vieram de árvores. Talvez oriundas de suas ONG na amazônia.

Óleos vegetais vieram, também óbvio, de plantações que não convivem no meio de matagais e selvas. Nelas foram utilizadas máquinas e agrotóxicos.

Além do que, para ter óleo de cozinha usado em quantidade suficiente para matar a fome de seus Jaguar e Land Rover, os palácios do Dumbo devem ser fartos em frituras.

Assim Charles, possivelmente, esqueceu-se de computar os gases intestinais, próprios, de Camilla (pela cara, deve ter gastrite) e de sua vassalagem.

Não sei se são ricos em CO2, mas devem causar um efeito estufa fedorento.

Esse cara desmerece a casa real inglesa.

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