terça-feira, junho 05, 2007

Renan - Também Quero

Não sei. Não conheço o autor; desconheço o jornal. Passo, portanto, o peixe do jeitinho que recebi.
Ma, si non è vero, è bene trovato, como se diz em Garibaldi.

"Quinta-feira, 31 de Maio de 2007, 00h01 WALTER NAVARRO - Jornal o Tempo-BH

Não basta ser pai, tem que ser Renan.

Quem tem fama deita na Gautama. Por isso eu não compraria um submarino usado do Renan Calheiros, mesmo porque minha carteira de habilitação venceu em 2002.
Todavia, acho uma covardia o que estão fazendo com o presidente do Senado. No fundo, bem no fundinho, tudo isso não passa de inveja do pênis: ilações, ignomínias e complô das elites. Querem o quê? Que Renan seja condenado à morte como o corrupto funcionário chinês ou que se suicide como o ministro japonês corrupto? Daqui a pouco vão dizer que o Renan mandou fechar o SBT da Venezuela... Se bem que, pra acabar com o ?Domingão do Faustão?, eu cortaria a concessão da Globo.
Afinal de contas, o que fez de mais Renan, o Menestrel das Alagoas? Nada! Seu pecado foi ser fervoroso católico. Não usou camisinha, nem fez aborto... E não sejamos hipócritas. Que atire a primeira pedra quem nunca engravidou uma jornalista bonita e gostosa que queria se dar bem na vida trabalhando deitada. E vocês viram a cara da mulher (patroa) do Renan? Para definí-la, só incorporando o Clodovil: horrorosa! Um bagulho! Mais feia que a necessidade correndo atrás da mãe pelada!
Se ela fosse minha mulher, eu engravidaria não só a jornalista Mônica Veloso, mas o Caetano Veloso, a Maria Bethânia, Dona Canô, Gal Costa, Gilberto Gil, ACM e todos os santos da Bahia! Quando eu crescer, quero ser filho do Renan Calheiros. O problema é que eu ia querer ser bebê a vida inteira, pra ficar mamando naquela beleza de jornalista, orgulho da raça.
Esta Mônica Veloso Lewinski é um gênio! Ao perceber que jornalismo não dá dinheiro, tratou logo de dar... Dar... Digamos... Dar um jeito, mas um jeitinho bem gostoso no salão oval do Senado, onde Renan, inimigo de Onan, não só acendeu, como apertou, fumou, tragou e emprenhou.
Sem querer, Mônica ensinou o caminho das pedras para suas colegas de profissão. Se eu fosse jornalista, mulher, bonita e gostosa eu sairia dando meus jeitinhos por aí ao primeiro senador que aparecesse. Deputado também serve, mas só se for da base aliada.
Minha única saída é inventar que sou filho do Renan. Falsificar umas certidões, umas ideologias e, de quebra, umas carteirinhas da UNE pra ver filme de mulher pelada com meia-entrada... Deve ser ótimo ser filho do Renan Calheiros...
Já me imagino encontrando com ele, nos corredores de Brasília, correndo, abrindo os braços e gritando, sem medo de ser feliz: ?Papai!?. E minhas festinhas de aniversário? Eu ia ganhar tanto presente quanto o filho do Michael Corleone, no ?Poderoso Chefão 2?: um caminhãozinho cheio de euros (dólar é dinheiro de pobre, de cueca), um banco imobiliário de verdade, uma conta no exterior e uma ponte inacabada ligando o nada a lugar nenhum, quer dizer, Alagoas ao Maranhão.
Sem falar nos mimos dos empreiteiros pra eu vender quando precisar de um bom advogado, como o Kakay e o Márcio Thomaz Bastos."

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