sábado, abril 05, 2008

Guerra em Roraima

Transcrevo texto de mensagem que recebi. Omito o autor, por questão de privacidade. Se porventura ele ler, saberá que não foi por plágio e sim por expressar melhor do que eu mesmo o que penso.

"Caros amigos,

Estou cansado de ver ferrenhos defensores da Amazônia participando de eventos em confortáveis auditórios, com coffe-braeks de alto nível e almoços regados a bons vinhos. Queria ver essa turma, muito culta, inteligente, bem informada e bem intencionada, partir da palavra para a ação. Chega de estudos de situação. Quero vê-los executanto operações de contra-guerrilha tendo como alvo a LCP ( liga dos camponeses pobres de Rondônia ), o MST, o MSLT, a Via Campesina, o Foro de São Paulo, as ONGs estrangeiras que infestam a Amazonia, e, particularmente, o Estado de Roraima, neste momento.

Boa Vista, segundo noticia a imprensa e relatam parlamentares federais e estaduais, está ocupada por grupos de políciais federais que mais parecem bandos de marginais, assustando a população e afrontando as autoridades locais, inclusive o próprio EB, cuja Brigada de Selva está proibida de operar em sua zona de ação. É só ver as fotografias( é assim em qualquer lugar do Brasil ): não se consegue identificar nos grupos de policiais federais quem é o chefe, qual a posição hierárquica de seus componentes, nem pelo traje que usam nem por manifestações visíveis de chefia. Cada policial escolhe sua indumentária e característica pessoal livremente. Uns usam boina, outros bonés com a pala para frente ou para trás, uns calçam
tênis, outros, sapatos comuns ou coturnos, uns usam camisa sem gola, outros, camisa polo, uns usam barba, outros usam costeleta, cabelo sobre os ombros ou presos por borrachinhas, cabelo raspado etc. Quanto ao armamento, uns portam armas curtas e longas, outros só armas curtas ( pistolas .45 de uso restrito das FF AA, como conseguiram ter a arma ? ). Ou seja, mais parecem bandoleiros do que autoridades federais. Segundo moradores de Boa Vista, trafegam em viaturas sem placas, pela contra-mão, em alta velocidade, provocando sérios riscos de colisões e atropelamentos.

Portanto, meus caros conferencistas, chega de reuniões de Estado-Maior. O estudo de situação está pronto e acabado. Já conhecemos tudo sobre o inimigo ( inclusive, podem ser usadas como variáveis de planejamento suas intenções, mais do que claras e definidas ).

O momento, portanto, é de tomada de decisão: zonas de reunião, posições de ataque e hora H. Não se esqueçam do que todos aprendemos em nossas primeiras aulas de liderança e chefia: A INDECISÃO É A PIOR DAS DECISÕES.

Caso contrário, segundo o ditado, é melhor botar a viola no saco e sair discretamente da festa..."

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