sábado, novembro 21, 2009

O Mercenário

Inpirou lendas e romances. De real, a ele são atribuídos assassinatos, atentados e execuções encomendadas.
Sulamericano, transformou-se em personalidade global e suas táticas camaleônicas teceram um véu nebuloso sobre sua identidade e personalidade.
Ilich Ramírez Sánchez, o Carlos, o Chacal, não é um político, não é um terrorista, não é um romântico. É um bandido e da pior espécie. Cumpre prisão perpétua na França pela autoria de três atentados no início dos anos 80 e que resultaram na morte de 11 pessoas e ferimentos em 190.
Sobre ele restam ainda suspeitas de participação no atentado das Olimpíadas de Munique.
É esse bandido que o bufão de Caracas afirmou tratar-se de "lutador revolucionário", de estar cumprindo pena injusta.
Chavez perdeu a compostura que nunca teve; ensandeceu de vez.
Um governante não fala somente por si. Será para esse tipo de pronunciamento que anseia veementemente pelo palanque do Mercosul?
Se considerarmos viver a Venezuela uma democracia, as declarações de Chaves são assustadoras. Pressupõe-se que a maioria do povo venezuelano o apóia em suas loucuras. Um bom motivo para nos mantermos em cautelosa distância.
Caso entendamos que o povo venezuelano está submetido a uma ditadura, o que isentaria da responsabilidade dos atos desse maluco, a imbecilidade de Chavez assusta ainda mais.
Em ambos os casos, por essas e outras demonstrações da paranóia messiânica desse coronel tipo late-não-morde, é que o Senado brasileiro deve recusar a adesão da Venezuela ao Mercosul.
Não precisamos e não devemos pactuar qualquer parceria política com esse tipo. Temos a obrigação de deixar o Brasil ao largo de seus devaneios.
Carlos é um assassino cruel. Perto dele, Battisti é um anjinho com asas douradas.

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