quinta-feira, março 01, 2007

Estrilos do Bufão

Não deu outra. Como previsto, o bolivariano (?) Chavez abriu as baterias contra a produção de etanol e o possível acordo para abertura do mercado americano para o produto brasileiro.
Chavez, que convive com um déficit fiscal fruto de suas bolivariadas, depende da dependência americana de seu petróleo e foi buscar apoio sabem a quem? a Fidel. Quem, certamente, ergueu-se da tumba para ironizar a produção de álcool. "Onde chegará o preço dos alimentos", indaga Fidel. Logo a Chavez, que de alimento só entende o que ingere em sua pança. Avantajada, por sinal.
Quando o Brasil prestou assesssoramento a Cuba para aumento na produtividade de suas usinas de álcool e açucar, Fidel não pensava bem assim. A bem da verdade, o moribundo não deve estar conseguindo pensar em nada. E há muito tempo.
E quem associou-se às críticas de Chavez? Nada menos que o MST. Não é novidade. À direção desse movimento pouco interessa o assentamento de trabalhadores. Muito pelo contrário. Uma reforma agrária tiraria deles o palanque ideológico. E o incremento na produção de biocombustível possibilitaria o assentamento de todos.
E, em minha opinião, o movimento irá recrudescer. Os teleguiados de Chavez no Equador, Bolívia, Paraguai irão endurecer com o Brasil, a comando do bolivariano. Os movimentos políticos travestidos em ecológicos e sociais, fomentarão a bagunça interna. E, lá em baixo, o movimento será acompanhado por um olhar de taínha morta, aquele mesmo que flutua na margem sul do Prata.
E que, se puder, tirará vantagem da pressão sobre nós.

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